Na criança: defeito congênito, tratamento conservador, tendencia a fechar espontaneamente ate dois anos de idade, pode esperar ate 6 anos
Indicação de cirurgia para criança: hérnia inguinal associada, maior que 2cm, associada a derivação ventrículo peritoneal e o nao fechamento espontâneo ate 6 anos
Adulto: defeito adquirido, tto conservador, só opera se sintomático ou com ascite volumosa, fatores de risco que aumentam a pressão intrabdominal, mais comum no sexo feminino
Hérnia epigástrica
Linha media, entre a cicatriz umbilical e o apêndice xifoide
Hérnia incisional
Área dde incisão cirúrgica previa
Camada músculo e aponeurose
Pele e subcutâneo se mantem íntegros
Fatores de risco: técnica de fechamento incorreta, complicações da ferida operatória, complicações do paciente, aumento da pressão intraabdomina, obesidade,
Hérnia de spiegel
Entre a borda lateral do reto abdominal e a linha de spiegel (semilunar)
Anatomia
Camadas de dentro para fora: alças intestinais, peritônio, gordura pré peritonial
Canal inguinal: parede posterior composta por fascia transversalis (frágil, fina e delgada), no mesmo plano músculo transverso do abdome (mais posterior) e oblíquo interno (mais anterior)
Componentes da fáscia transversalis: anel inguinal interno marca o inicio do canal inguinal (maior), canal femoral (orificio duplo)
Parede anterior: aponeurose (especialização de um músculo com função de fixação a uma estrutura ossea) do músculo oblíquo externo. Presença de um orifício chamado de anel inguinal externo ou superficial, marca o final do canal inguinal
Espessamento: ligamento inguinal ou de Poupart
Canal femoral se anuncia abaixo do ligamento inguinal
⚠️ Atenção: Este resumo foi elaborado com conteúdos até 02/2026. Pode haver erros e pontos desatualizados. Se quiser sugerir algum ajuste, clique em "Fale Comigo".