Hiperglicemia
Hipoglicemia: paciente inconsciente → glicose EV ou glucagon IM.
Hipoglicemia: paciente consciente → glicose oral.
Quais os dois diagnósticos sindrômicos distintos no paciente com hiperglicemia
- hiperglicemia sem risco: assintomatico, bom estado geral
- hiperglicemia grave aguda: taquicardia, rebaixamento do nível de consciência, do abdominal, desidratação, temperatura elevada e sonolência
Quais os dois diagnósticos e critérios da hiperglicemia aguda grave
- cetoacidose diabética: presença de hiperglicemia > 250 + corpos cetonicos na urina + pH ácido
- estado hiperglicemico hiperosmolar: glicemia > 600 + osmolaridade sanguínea > 320 + pH normal
Conduta nos casos de hiperglicemia assintomática
- pesquisar sinais de desidratação
- manter atendimento ambulatorial
- hidratação oral
- alimentação hipoglicemica
O que é NECESSÁRIO perguntar para o paciente
- o que mudou na rotina nos últimos dias
- teve algum fator estressante
- tomou o medicamento ou mudou de medicamento ou associou
- com que rotina isso acontece
Quais sintomas PREOCUPAM
- sonolência
- taquicardia
- dor abdominal
- desidratação
- febre
Quais diagnósticos de descompensação é preciso afastar
- infecção / sepse
- IAM
- uso de medicações
- TEP
- exame físico direcionado para achar algum foco infeccioso (estertores pulmonares, ITU, faringoamigdalite, celulite ou erisipela)
- pesquisar o uso de droga como cocaína e álcool
Quando suspender a metformina
- quando doente crítico que necessita de internação por risco de desenvolver uma acidose láctica
Quando e como hidratar o paciente
- soro fisiológico, caso não haja contraindicação
- de 1 a 1,5L durante a primeira hora em pacientes adultos
Esquema de insulinoterapia subcutânea inicial
- para paciente com CAD, EHH e hiperglicemia em paciente com doença crítica
- 0,5 UI/kg/dia no esquema basal e bolus
- não aumentar mais de 10-20% da dose entre um dia e outro