ser Rh negativa com parceiro Rh positivo e feto Rh positivo
transfusões
abortamento, DPP, placenta prévia, traumas durante a gestção
Fisiopatologia
ocorre formação de anticorpos pela sensibilização da mãe
o IgG atravessa a placenta e começa a destruir as hemácias do feto
essa destruição leva a um aumento da produção de hemácias fora da medula
ocorre hepatoesplenomegalia com ascite, insuficiência cardíaca e derrames pleurais e pericárdicos
hidropsia fetal
morte do feto
Suspeita diagnóstica
mãe Rh negativo com parceiro positivo
sensibilização anterior = necessidade do teste de coombs indireto
repetir o teste de coombs mensalmente após a 28ª semana
Complicações para o feto
a doença hemolítica acontece na segunda gestação
na primeira gravidez ocorre a sensibilização da mãe
Acompanhamento
impedir a sensibilização
coombs indireto no pré-natal
repetir mensalmente a partir de 28 semanas
depois que sensibilizou é só acompanhar = coombs indireto positivo
pedir quantitativo
menor que 1:16 = sensibilização leve
maior que 1:16 ou maior ou igual a 1:8 = investigação de anemia fetal
anemia fetal: doppler de artéria cerebral média (quanto mais rápido o sangue corre, mais hipercinética é a circulação = anemia)
doppler > 1,5 + IG maior que 34 semanas = resolver a gestação
doppler > 1,5 + IG menor que 34 semanas = fazer cordocentese para avaliar o grau de anemia fetal e assim prescrever ou não transfusão sanguínea intra-útero
Profilaxia
fazer em qualquer exame invasivo e sangramento durante a gestação ou após o parto
rotina: fazer imunoglobulina D para toda mulher com 28 semanas se coombs indireto negativo e fazer após o parto também
após a imunoglobulina o coombs indireto fica temporariamente positivo
⚠️ Atenção: Este resumo foi elaborado com conteúdos até 02/2026. Pode haver erros e pontos desatualizados. Se quiser sugerir algum ajuste, clique em "Fale Comigo".