Otite com efusão da orelha média que orcorre de forma aguda
Principais patógenos
Ocorre principalmente após um episódio de IVAS, sendos os principais patógenos o vírus da influenza e o vírus sinsicial respiratório
Como bactérias as principais são as que já colonizam a mucosa como: pneumococo, h. Influenzae, moraxella catarralis e pyogenes do grupo A
A vacina conjugada do pneumococo não cobre todos os sorotipos que causam OMA
Fisiopatologia
O conduto auditivo da criança é menor e mais horizontalizado, por isso, uma IVAS propicia o surgimento de uma OMA
Crianças com alguma mal formação ou deficiência também tem mais chance de desenvolver OMA
Os vírus também agem como co-patogenos, proporcionando a colonização bacteriana
Sinais e sintomas
Otalgia
Otorreia
Irritabilidade
Perda de apetite
Histórico de IVAS anterior
Febre e prostração
Sinais que sugerem infecção por h influenzae: bilateral, quadro mais grave
Pneumococo: febre intensa, abaulamento da membrana timpanica e otalgia
Como diferenciar uma OMA de uma otite externas
OMA geralmente ocorre nos meses de inverno e existe uma associação com IVAS pregressa ou concomitante
A otite externa está relacionada aos meses de verão principalmente com histórico de contato com a água
Tratamento
Analgésico: paracetamol ou dipirona
Amoxicilina
Se alérgico: claritromicina
Se não melhorar com antibiótico pensar em resistência a penicilina e associar amoxi + clavulanato
Indicações de tratamento com antibiótico
Menores de 24 meses: sempre devido ao risco para evolução para meningite
Sintomas persistentes por mais de 48h (geralmente a OMA tem uma historia natural de resolução espontânea)
Menores de 6 meses sempre usar ATB devido ao risco de evoluir para meningite e perda auditiva
⚠️ Atenção: Este resumo foi elaborado com conteúdos até 02/2026. Pode haver erros e pontos desatualizados. Se quiser sugerir algum ajuste, clique em "Fale Comigo".